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Caso João de Deus: Pedido de prisão domiciliar é negado pela Justiça

A juíza Rosângela Rodrigues, da Comarca de Abadiânia, negou o pedido da defesa do médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, de 77 anos, para que ele fosse transferido para prisão domiciliar nesta quinta-feira (8/8). Preso desde 16 de dezembro do ano passado, o médium é acusado de abuso sexual em oito casos e dois por posse ilegal de armas de fogo e munição.

A decisão da juíza está baseada no fato de não haver novas evidências de agravamento do quadro clínico de João de Deus e nem falta de tratamento na penitenciária que justifique a transferência dele para casa. Com isso, o médium segue preso no Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia.

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) informou ontem (7/8) que todas as audiências de João de Deus realizadas no dia 12 de julho na Comarca de Abadiânia precisarão ser refeitas. Uma nova data ainda não foi divulgada.

A Polícia Federal de Goiás (PF) nesta quarta (7/8), cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa do acusado em Anápolis. Foram apreendidos na operação vários documentos de identidade no nome de João de Deus, extratos bancários, uma arma de fogo e munição.

Possíveis novas acusações contra João de Deus

Um fato que chamou a atenção dos policiais foram dois documentos encontrados: uma carteira de agente prisional e outra da inteligência da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), as duas com a identificação de João Teixeira. Não há nenhum registro de que João tenha atuado em qualquer um desses cargos.

O promotor de Justiça Luciano Miranda que acompanhou toda a ação, disse que serão analisadas as identificações e a origem da arma de fogo. "Se as identidades forem falsas e arma não for legal, serão abertas duas novas acusações por porte ilegal de arma e falsidade ideológica" afirmou o promotor.

*Com informações do O Popular

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